Serfiotis quer portas abertas para vigilantes sanitários

Reunido com o setor de Vigilância Sanitária do município na última terça-feira, dia 10, o
prefeito de Porto Real, Jorge Serfiotis, fez um pedido especial à população. “É preciso que cada
morador cuide do seu terreno, da sua residência e receba sempre o agente de endemias de
portas abertas. Estamos no período de chuvas, que aumenta muito o risco de proliferação dos
mosquitos transmissores de doenças. Como a gente sabe, combater a dengue, zika vírus e
chikungunya é dever de todos”, alertou o prefeito que tem cuidado dos temas mais urgentes
para o município nestes primeiro dia de governo.
Serfiotis anunciou também o retorno às ruas do carro fumacê, que faz a pulverização
de insencidas, e informou que a Vigilância fará um trabalho especial nas obras paralisadas e
nos logradouros públicos. “Estamos pedindo a colaboração do morador, mas não vamos deixar
de fazer a nossa parte. Já determinei uma ação imediata de limpeza na creche em construção
no Jardim das Acácias e em todo bairro Freitas Soares, de onde temos recebido muitas queixas
sobre larvas e mosquitos”, adiantou. Presente à reunião, o vice-prefeito e secretário de Obras,
Ailton Marques, dará apoio aos trabalhos com a equipe de conservação.
A coordenadora do Programa Municipal de Combate à Dengue, Renata Alves, orienta o
cidadão que não esteja em casa na hora da visita dos agentes, que responda a notificação
deixada entrando em contato com a Vigilância pelo telefone 3353-4899 ou comparecendo ao
setor, que fica à Rua Fernando Bernardelli, 1219, no Centro, para que a visita seja reagendada.
Comércio de alimentos
A regularização junto à Vigilância Sanitária dos estabelecimentos que comercializam
alimentos também foi pauta da reunião e mais uma vez o prefeito aposta na conscientização.
“Compreendo que a crise motivou muitas pessoas a abrirem seu próprio negócio ou
produzirem alimentos em casa para venda direta. Mas é preciso seguir as orientações e normas
da Vigilância Sanitária, que servem para proteger os consumidores e quem manipula os
produtos”, argumentou Serfiotis.