Alexandre Serfiotis participa no Senado Federal de discussão sobre medicina personalizada

O deputado federal Alexandre Serfiotis compôs a Mesa de Abertura do I Fórum Nacional sobre Medicina Personalizada, no dia 15 de agosto, das 8h às 17h, no Auditório Antonio Carlos Magalhães, no Senado Federal. O evento promoveu uma discussão sobre os avanços neste segmento, que envolve prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer. “Ampliar o acesso dos brasileiros à saúde é um dos principais desafios da agenda do País e deve ser uma pauta frequente das discussões entre a sociedade civil e o Governo”, comenta o parlamentar, que entende ser a medicina personalizada um dos caminhos abertos para a aplicação de tratamentos mais eficazes e para evitar desperdícios com diagnóstico equivocado ou aplicação de medicamentos inadequados.

– A Medicina personalizada já é considerada um divisor de águas no âmbito da saúde em todo mundo. Esse foi o tema central do evento organizado pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, em Brasília, promovendo uma ampla discussão sobre os avanços no campo da Medicina Personalizada e como as novas tecnologias e os estudos genéticos podem contribuir para a prevenção, o diagnóstico e o tratamento do câncer. Um dos objetivos da Medicina personalizada é o de analisar e entender as causas distintas de uma mesma doença, com sintomas semelhantes que, muitas vezes, um mesmo tratamento não traz boa resposta para diferentes pacientes – afirma.

Serfiotis destaca que características genômicas específicas de cada indivíduo portador da doença, o tipo do medicamento utilizado e suas doses aplicadas são informações relevantes, pois já é consenso que não se pode padronizar, por exemplo, os tratamentos de certos tipos de cânceres. “O Instituto lado a Lado pela Vida organizou este evento para discutir esses pontos e outras políticas públicas que permitam ao Brasil avançar no campo da Medicina personalizada, reunindo nomes de expressão das esferas governamentais, da indústria farmacêutica, das agências e associações do setor de saúde, do setor médico e da sociedade civil. Iniciativas como essa são importantes para atingirmos o nível de qualidade que desejamos para a saúde pública”, conclui Alexandre Serfiotis.

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