Dobram os atendimentos na saúde de Volta Redonda

Dados do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS, do Ministério da Saúde, mostram que o número de atendimentos de Atenção Básica em Volta Redonda quase dobrou nos nove primeiros meses de 2017 ante ao mesmo período de 2016. De janeiro a setembro deste ano, a rede municipal realizou 1.106.776 procedimentos contra 587.511 no ano passado, um acréscimo de mais de 519 mil atendimentos.

 

Como a Atenção Básica de Saúde tem o foco na prevenção, o aumento no atendimento fez com que ocorresse uma diminuição nos custos dos procedimentos de média e alta complexidade da rede municipal de Saúde, conforme explicou o secretário de Saúde de Volta Redonda, Alfredo Peixoto. A economia, nesses nove primeiros meses, chegou à marca de R$ 1,7 milhão – uma média mensal de R$ 190 mil.

“Isso é o resultado da boa gestão na saúde, que vem avançando em Volta Redonda. Investimos na prevenção para economizarmos nos atendimentos de média e alta complexidade, além de manter melhor qualidade de vida aos moradores. Sempre lembro também que mais de 37% de atendimentos da nossa rede de saúde são pacientes de outros municípios”, frisou Samuca Silva, prefeito de Volta Redonda.

Ainda de acordo com os dados do Ministério da Saúde, divulgado nessa semana, houve uma diminuição de 81 mil atendimentos de média complexidade em 2017 – estão incluídos exames, pequenas cirurgias, atendimentos de fisioterapia e de odontologia. Na alta complexidade, houve um acréscimo no atendimento de 2016 para 2017, passando de 60 mil para 65 mil procedimentos, incluindo também a rede particular.  

Mais de 181 mil consultas médicas em 2017

 

De 01 de janeiro a 30 de setembro deste ano, a Saúde de Volta Redonda realizou mais de 181 mil consultas médicas de Atenção Básica, uma média mensal de 20 mil. Em 2016, o numero não ultrapassou a marca de 119 mil no mesmo período. Isso, portanto, significou um aumento de 52% no número de atendimentos. Outro dado relevante, segundo o Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS, é o número de visitas domiciliares por profissionais de saúde, que teve um aumento de 82% de 2016 para 2017 – foram 41 mil contra 76 mil nos nove primeiros meses do ano.

“As consultas médicas e as visitas domiciliares são fundamentais para o trabalho preventivo e, por consequência, a redução nos custos da média e alta complexidades”, ressaltou Alfredo Peixoto.

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